PELOS NOSSOS DIREITOS! HOJE MUITOS ESTÃO TRABALHANDO, MAS AMANHÃ, PODERÃO ESTAR APOSENTADOS. A LUTA

PELOS NOSSOS DIREITOS! HOJE MUITOS ESTÃO TRABALHANDO, MAS AMANHÃ, PODERÃO ESTAR APOSENTADOS. A LUTA

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

TODO MUNDO FAZ CAMPANHA DA GUARDA MUNICIPAL.....ELA FAZ PARTE DA SEGURANÇA? ME DIZ VOCÊ...

Servidores da área de Segurança terão desconto de ICMS na compra de armas

-
- Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo
Extra
Tamanho do textoA A A
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) aprovou na tarde desta terça-feira projeto de lei que isenta policiais civis e militares, bombeiros e inspetores penitenciários do valor cobrado de ICMS na compra de armas de fogo. Foram 40 votos favoráveis e 10 abstenções.
O texto é de autoria dos deputados Rosenverg Reis, Edson Albertassi, Martha Rocha, Dr. Gothardo, Wagner Montes e Zaqueu Teixeira. Em plenário, foi decidida a substituição do projeto original, e a inclusão dos servidores do Corpo de Bombeiros e dos inspetores penitenciários.

ALGUÉM FICOU FELIZ COM ISSO........

Deputados aprovam projeto que prevê negociação coletiva no serviço público

WALDIR MARANHÃO
WALDIR MARANHÃO Foto: LUIS MACEDO / Agência O Globo
Extra
Tamanho do textoA A A
Nesta terça-feira, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei, de 2015, que regulamenta a negociação coletiva no serviço público das três esferas administrativas (União, estados e municípios). O texto já foi aprovado pelo Senado, e seguirá, agora, para a sanção presidencial.
Segundo a proposta, a negociação poderá tratar, entre outros assuntos, de questões como plano de carreira, salários e condições de trabalho. Caberá ao ente público decidir que órgão o representará na mesa de discussão.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017



INTERESSANTE ELE DIZER QUE RESPEITA AS DECISÕES DO STF.

SERÁ QUE RESPEITA MESMO??????



O SR. JONES MOURA – Presidente, minha fala vai ser rápida, apenas para abordar um pouquinho do tema que trouxe o nobre Vereador Reimont, na questão da Guarda Municipal não ser Segurança Pública. Um tema completamente defasado, desgastado, ultrapassado! Não se encontra embasamento, respaldo jurídico, amparo legal! E são questões que a gente vem desde março, debatendo aqui nesta Casa!
Olha, eu vou fazer uma palestra, aqui, de dez minutos, vou usar o pequeno expediente para isso, e vou trazer, nobre Vereador Reimont, vou trazer a fala dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, quando dizem, eles são bem taxativos quando dizem que a Guarda Municipal é Segurança Pública. Eles assinam em baixo e inclusive diz o seguinte: “Se são citados no Artigo 144, que trata da Segurança Pública, não poderão ser outra coisa se não segurança pública. Nobre Vereador Reimont, eu ainda respeito as decisões do Supremo Tribunal Federal. Embora, talvez, nem o Senhor respeite a nossa própria Lei Orgânica Municipal do Rio de Janeiro. Porque no artigo 30, no inciso 7º, está bem claro que a Guarda Municipal – está lá escrito, é aqui, na nossa Casa – do Rio de Janeiro é segurança pública. Vamos ler? Está lá.
E eu queria te fazer um convite, nobre Vereador Reimont, pede para a sua assessoria jurídica dar um pulo no meu gabinete. Nós vamos conversar. É preciso ser assessorado nesse aspecto.
 O Prefeito Dória, de São Paulo, está muito avançado. Está avançando, lá as viaturas já estão sendo chamadas de polícia municipal. Em Goiânia, também passou para polícia municipal. E aqui nós estamos dando um passo para trás. Eu volto a dizer: quem sofre é o cidadão carioca. E nós temos todos os amparos legais. nobre Vereador Reimont, esse debate é importante. Eu convido, novamente, toda Casa a participar desses debates. Agora, no dia 18, a Associação Brasileira de Imprensa, às 18 horas, esses temas serão debatidos por especialistas da área de segurança pública e por pessoas, também, da sociedade civil. Nós vamos trazer presidentes dos conselhos comunitários de segurança pública da sociedade civil. Nós vamos debater esses temas aí. Inclusive, pelo tema trazido pela nobre Vereadora Rosa Fernandes, anteriormente, eu também acho que os agentes de inspeção de controle urbano entraram para uma atividade muito difícil, muito árdua. Eu sou até a favor de que eles também tenham porte de armas, que eles também trabalhem armados, inclusive com armas não letais, para as suas atividades que são, realmente, muito difíceis de serem cumpridas. Mas, quanto à questão do comércio ambulante, nobre Vereador Reimont, nós estamos juntos aí. Nós precisamos proteger pessoas que trabalham e nós precisamos colocar – como eu já disse aqui, anteriormente – “cada um no seu quadrado”. A guarda municipal está elencada no artigo da Constituição Federal, no que trata da segurança pública a nível nacional, inclusive, para todos os municípios do nosso Brasil. Inclusive, ela pede... A Constituição Federal carece de lei que a regulamente. Aí veio a Lei Federal nº 13.022/2014 e regulamentou tudo isso aí. A guarda municipal tem as funções de proteger vidas, não é função de fiscal. Não é para fiscalizar comércio de camelô – por isso, o desfio de função. Mas ela precisa proteger vidas. E, aí, existem países em que é possível uma polícia proteger as vidas sem portar nenhum tipo de armamento. Existem países assim. Mas, ainda, aqui no Brasil – essa bagunça que é aqui nos governos do nosso Brasil – é muito difícil fazer uma segurança pública sem estar portando os devidos equipamentos. E nós precisamos ter o cuidado para não criar uma polícia para inglês ver. Aqui não precisamos de polícias factoides. Aqui precisamos de polícia que resolva. Como o Senhor disse, segurança pública não é questão de que, porque eu insisto com a guarda em segurança pública, que eu quero armá-la. Negativo! Para mim, segurança pública é mais do que uma arma. Para mim, segurança pública é educação. É cultura. É estratégia, que começa agora e daqui a 10, 15, 20 anos vamos ver os efeitos disso. Mas, quando eu falo da guarda municipal armada, eu falo do já, do agora. Tem que parar de morrer polícia, tem que parar de morrer cidadão de bem e nós precisamos de uma força realmente capaz de conter todas essas ações da criminalidade. É isso que nós estamos pleiteando aqui. E precisamos da participação de toda a Casa Legislativa sim, porque a Constituição Federal é bem direta. É dever do Município tratar da segurança pública. Obrigado, Presidente. 
E O QUE EU POSSO DIZER?????
A BAGUNÇA AINDA CONTINUA......AS CARTEIRAS DE TRABALHO DOS GUARDAS MUNICIPAIS QUE MUDARAM SEU REGIME DE TRABALHO DE CELETISTA PARA “ESTATUTÁRIO”, AINDA CONTINUAM COM SEUS RESPECTIVOS CONTRATOS DE TRABALHO NO ANTIGO REGIME EM ABERTO.
AINDA DIZ QUE CUMPRE AS DECISÕES DO STF?
E O QUE ME DIZ A CÂMARA DE VEREADORES, QUE EM UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA, FORA INFORMADA DESSA IRREGULARIDADE ATRAVÉS DA FALA DO NOBRE VEREADOR REIMONT, ALÉM DE OUTROS TANTOS VEREADORES ANTIGOS DE CASA, JÁ TEREM CONHECIMENTO DESSA IRREGULARIDADE, PRA NÃO DIZER.DESCUMPRIMENTO DA LEI.
QUEM PODE DIZER DESCONHECER DE TAL FATO?
OBSERVEM!......
DECISÃO STF
RE: 597.167
Recorrente: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro
Recorridos: Câmara Municipal do Rio de JaneiroMunicípio do Rio de Janeiro
Relator: Ministro Dias Toffoli
Decisão:
Vistos.
Recurso extraordinário interposto pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, com fundamento na alínea“a” do permissivo constitucional, contra acórdão do Tribunal de Justiça daquele Estado.O recorrido Município doRio de Janeiro, por meio da petição de folha 257, veio informar e requerer o que se segue:
“O PREFEITO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, nos autos do Recurso Extraordinário em referência, no qual litigacom o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO relativamente àinconstitucionalidade da LeiMunicipal 1887/1992, informa a V. Exa. que referida lei foi revogada pela Lei Complementar nº 100, de 15 deoutubro de 2009, como prova a cópia anexa.
Requer, assim, seja declarada a perda de objeto do recurso extraordinário ”.Intimado a se pronunciar acerca do exposto e requerido na mencionada petição, o Ministério Público do Estadodo Rio de Janeiro, por meio da petição de folha 285/286, vem manifestar-se “favoravelmente à declaração deperda de objeto do Recurso Extraordinário nº 597.167”.
Decido.Ante o exposto, nos termos do artigo 21, inciso IX, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal,julgo prejudicado o recurso extraordinário por falta de objeto.
Publique-se.
Brasília, 25 de outubro de 2010.
Ministro Dias Toffoli
Relator
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
RE: 597.164
Recorrente: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro
Recorridos: Câmara Municipal do Rio de JaneiroMunicípio do Rio de Janeiro
Interessado: Partido Comunista do Brasil – PC do B – Diretório Regional doRio de Janeiro
Relator: Ministro Dias Toffoli
Decisão
Vistos.
Trata-se de recurso extraordinário (folhas 209 a 229), interposto pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, contra acórdão proferido pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça daquele Estado (folhas 183 a 205)que julgou improcedente a representação de inconstitucionalidade que apresentou em face da Lei nº 1.887/92,do Município do Rio de Janeiro, com a redação que lhe foi dada pela Lei nº 2.612/97.
Este recurso veio distribuído por direcionamento a este relator, por conexão ao RE nº 597.167/RJ.
Na petição de folha 293, instruída com os documentos de folhas 294 a 313, o recorrido vem informar a revogação da aludida legislação, noticiando, ainda, que já foi julgado prejudicado o referido apelo extremo,conexo a este.
Decido.
De fato, o presente recurso foi distribuído por direcionamento a este relator, em razão da anterior distribuição do RE nº 597.167/RJ, que tinha o mesmo objeto. E aquele recurso foi julgado prejudicado, exatamente em razão do reconhecimento de que a aludida lei, que se constituía no objeto daquela ação, foi oportunamente revogadafato a tornar ociosa a discussão acerca de sua constitucionalidade. Assim, a este recurso deve ser dada a mesma solução daquele. Ante o exposto, em razão da perda superveniente do objeto, julgo prejudicado o presente recurso extraordinário, nos termos do artigo 21, inciso IX, do Regimento Interno desta Corte.
Publique-se. Brasília, 11 de maio de 2011.
MINISTRO DIAS TOFFOLI RELATOR
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Processo:RE 557641 RJ
Relator(a):Min. ELLEN GRACIE
Julgamento:30/03/2011
Publicação:DJe-064 DIVULG 04/04/2011 PUBLIC 05/04/2011

Parte(s):MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO
PROCURADOR-GERAL DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO
ROGÉRIO CHAGAS
EDUARDO SANTOS E OUTRO(A/S)
MARCELO JOSÉ DOMINGUES

Decisão
1. O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro manteve sentença de procedência da Ação Popularna qual se anulou os Decretos Municipais 12.000/1993, 13.117/1994 e 14.045/1995. Discutiu-se a ilegalidade de provimento do emprego na Empresa Municipal de Vigilância S/A sem concurso público, como exige aLei 1.887/92, que autorizou a sua criação, bem como se discutiu a transformação por decreto da empresa públicaem sociedade de economia mista (fls. 1.033-1.044).
2.No recurso extraordinário, alega-se a juridicidade dos aludidos decretos, bem como o acórdão recorrido incorreu em ofensa aos arts. 37, XIX, 61, § 1º, II, e 173, § 1º, da Constituição Federal, dada a manifestainconstitucionalidade do art. 5º da Lei 1.887/1992 (fls. 1.093-1.113).
3. Inadmitido o recurso (fls. 1.147-1.1.151), subiram os autos em virtude do provimento do AI 485.542/RJ(fl. 1.264).
4.O Ministério Público Federal opinou pelo desprovimento do recurso extraordinário (fls. 1.269
1.275).
5. Como noticiado no RE 597.167/RJ, rel. Min. Dias Toffoli, DJe 12.11.2010, "O PREFEITO DO MUNICÍPIODO RIO DE JANEIRO , nos autos do Recurso Extraordinário em referência, no qual litiga com o MINISTÉRIOPÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO relativamente à inconstitucionalidade da Lei Municipal 1887/1992,informa a V. Exa. que referida lei foi revogada pela Lei Complr nº 100, de 15 de outubro de 2009".
Como se observa,os fundamentos sobre os quais o acórdão recorrido assentou suas razões e que são objeto do presente recurso não mais subsistem em razão da extinção da Empresa Municipal de Vigilância S/A pelo art. 1º da LC 100, de15.10.2009,  (QUE NÃO ACNTECEU) e conseqüente revogação pelo art. 39 da Lei 1.887, de 27 de julho de 1992, de cujo art. 5º busca-se a declaração de inconstitucionalidade.
6.Isto posto, julgo prejudicado o presente recurso extraordinário, dada a perda superveniente de seu objeto (art. 21, IX, do RISTF).
Publique-se.Brasília, 30 de março de 2011.
MINISTRA ELLEN GRACIE RELATORA

O SR. REIMONT – Queria fazer coro à palavra do Vereador Otoni de Paula e lembrar que há um acordo entre a Prefeitura e o Estado. Normalmente a Secretaria de Estado é que fornece esse tratamento, os medicamentos, ou insumos para essas doenças raras. Mas a Secretaria Municipal, até por conta da pseudofalêcia do Estado, tem um acordo judicial em relação a isso. Conversava outro dia sobre outra doença, a chamada Doença de Pompe, que também passa pelas mesmas questões. Parabenizo Vossa Excelência por trazer isso aqui e cumprimentar o pai da Taís.
E comentar, Senhor Presidente, entrando um pouco no debate da questão da Guarda Municipal. O Vereador Jones Moura, de um tempo para cá, começa um discurso dizendo “a Guarda não pode ser desviada de função”. Essa é uma fala que temos feito há muito tempo e estamos totalmente de acordo com Vossa Excelência, quer dizer, a Guarda não pode ser desviada de função. Porém, tem uma compreensão, Vereador Jones Moura: colocar a Guarda no entendimento de que ela é segurança pública, por si só já é desvio de função. A Guarda Municipal não é segurança pública. A Guarda Municipal é Guarda Patrimonial, logo não é para fazer o enfrentamento. Até o propósito da prefeitura, o propósito, inclusive, de Vossa Excelência, de, por exemplo, armar a Guarda Municipal com armas de fogo, esse propósito é um propósito que levava a Guarda Municipal ao risco de vida. Eu tenho dito aqui que eu, que sou radicalmente contrário ao armamento da Guarda Municipal, porque quem pagará o preço disso são os mais vulneráveis, a população em situação de rua, o comércio ambulante, etc., eu, que sou radicalmente contra, tenho o entendimento de que, quando faço esse meu posicionamento contrário ao armamento da Guarda, estou exatamente indo ao encontro daquilo que a Guarda precisa, de que alguém a defenda. Defender a Guarda, no meu entendimento, é não permitir que ela esteja armada. Compreender que a Guarda Municipal é da Segurança Pública, sem que ela tenha uma arma, é incongruente. Como será Segurança Pública, entrando, por exemplo, no combate a um assalto, a um crime, sem ter arma? Tem que ter arma. Então, como a gente não admite que ela tenha arma, nós não podemos admitir que ela seja da Segurança Pública. Até porque a Constituição Federal estabelece que Segurança Pública são as Polícias e são as Forças Armadas. Segurança Pública não é a Guarda Municipal. Guarda Municipal não é Segurança Pública. Esse é o primeiro ponto.
O segundo ponto é a respeito da resposta que a nobre Vereadora Rosa Fernandes, de certa forma, lê aqui do Controle Urbano. Com todo o respeito que tenho ao Controle Urbano – e o Controle Urbano merece mesmo o meu respeito, porque a gente tem feito um diálogo, inclusive em relação ao Projeto de Lei do Comércio Ambulante, que a gente certamente votará na próxima semana, e que eu contarei com o voto de todos os vereadores; projeto este que está sendo discutido há anos aqui na Casa -,com todo o respeito, mas têm algumas alegações, infelizmente, que são infelizes. Por exemplo, quando a gente ouve “Não houve arrastão por que a Polícia fez blitz dentro do ônibus”, isso é criar gueto; é dizer que as crianças pobres da favela do Arará; das favelas da Maré; que as crianças do Morro do Turano, do Borel; que as crianças da periferia da cidade, os adolescentes, aliás, que esses adolescentes e jovens não podem acessar a Zona Sul. Então, a blitz feita pela Polícia nos ônibus, por mais que isso seja, às vezes, um desejo de alguns moradores da Zona Sul, isso, no meu entendimento, é execrável. Nós temos que entender, primeiro, a questão do direito à cidade. O Artigo 5º da Constituição diz que nós temos direito à cidade; direito a frequentar a cidade; direito de estar nas praças públicas; direito de frequentar a praia; direito de estar nos diversos lugares. E, quando fala “nós”, não é um grupo seleto da sociedade. Então, a Polícia entra no ônibus; vê um menino, por exemplo, de short – o menino não pode ir de short para a Zona Sul, mas, da classe média, por exemplo, se tiver uma aparência de classe média, ele pode, às vezes, até ir de sunga; não tem problema -, se ele está indo de short para a praia, está escrito na testa do garoto que ele vai fazer arrastão. A gente precisa acabar com isso! Então, perguntam ao garoto “Você tem documento?”; ele diz “Tenho documento”; perguntam “Tem dinheiro para voltar?”; ele diz “Tenho dinheiro para voltar”. Dizem para ele “Mas está de bermuda. De bermuda, não pode!”. Pronto. Então, arrumam um punhado de dificuldades.
Essa blitz nos ônibus, chamada Operação Verão, no nosso entendimento, ela limita; ela cerceia o direito de as pessoas frequentarem a cidade. Ou alguém escreveu, em alguma legislação, que a praia é só para alguns? Alguém escreveu que a praia é privativa de alguns? Nós podemos frequentar a praia e o povo do Arará não pode? Nós podemos frequentar a praia e o povo do Turano não pode? Nós podemos frequentar a praia e o povo de Campo Grande não pode? Nós podemos frequentar a praia e o povo de Sepetiba não pode? Claro que pode! A gente precisa compreender isso.
Então, acho que é infeliz a alegação do Controle Urbano quando diz que não tem arrastão por que a Polícia faz blitz dentro do ônibus. Blitz dentro do ônibus para retirar os pobres, isso, na verdade, não tem cabimento, porque cerceia o direito das pessoas de frequentarem a cidade da maneira que quiserem.

E CONTINUANDO.......

O SR. JONES MOURA – Senhor Presidente, quero agradecer a nobre Vereadora Rosa Fernandes por participar deste debate. Realmente o assunto que trouxe, tem um impacto muito grande. Estamos falando de desvio de função da Guarda Municipal, que é uma equipe de operadores de segurança pública. Não são 100, 200, 300, 500, 3.000 ou 5.000. São 7.500 servidores públicos do Município. Quando uma máquina da Prefeitura do Rio de Janeiro entra no desvio de função é compromisso da Câmara Municipal, nós como fiscais do Executivo, interferir. É isso que acontece. E quando eu citei aqui os agentes de inspeção de controle urbano, sem importar, sem importar se são quinhentos, mil ou cem, e eu, realmente, me equivoquei, ou se eu não me equivoquei. Sem importar se foi no governo Cesar Maia ou se foi no governo Eduardo Paes, essas questões não são o ponto para onde nós apontamos o nosso discurso. Presidente, onde nós apontamos ali é tanto desvio de função da Guarda Municipal, assunto que eu já levei ao Secretário de Ordem Pública e também à Comandante da instituição Tatiana Mendes, como também o desvio de função dos agentes de inspeção de controle urbano. Então, nessas duas questões nós vamos ter que interferir.
E eu fiquei feliz, nobre Vereadora Rosa Fernandes, porque nós não precisamos somente de que Jones Moura e Rosa Fernandes interfiram nessa questão, mas que toda a Casa venha a participar. Porque, no final, quem está pagando o pato é a sociedade carioca, porque ela precisa de um serviço de proteção, em que temos as nossas próprias famílias, a Senhora já foi vítima da violência, eu me lembro do seu relato aqui, conversando conosco. A violência cresce em patamares e índices exorbitantes na cidade do Rio de Janeiro. E, cada vez mais, parece que grupos tentam puxar esses grupos de segurança pública para trás. Responsabilizando o estado, cada vez mais, e o estado falido e com uma PM, uma Polícia Militar sucateada da maneira que está.
Então, nós teremos agora, eu volto aqui, eu volto aqui a colocar que no dia 18, segunda-feira agora, às 18 horas na Associação Brasileira de Imprensa, nós teremos a nossa primeira audiência pública da Comissão de Segurança Pública desta Casa, que vai tratar de várias questões. 
Essa questão aí do camelô, nós vamos tratar lá também. E um outro detalhe, nobre Vereadora Rosa Fernandes, que eu preciso passar importante. Essas informações que a Senhora citou, nós precisamos que elas sejam formalizadas. Eu já estou enviando os requerimentos de informação. Precisamos de ponto a ponto todas elas muito bem formalizadas. E nós precisamos, também, conversar com todos eles. Bater um papo. Venham juntos também outros vereadores que queiram participar, porque precisamos próprio um ponto final nisso daí. Eu não posso fazer, nobre Vereador Cesar Maia está aqui, não é Vereador? Não pode um prefeito realizar um concurso público para que homens tenham atividades meio e fim, e esses homens não pratiquem a atividade.

O SR. PESIDENTE (JORGE FELIPPE) – Rogo concluir.

O SR. JONES MOURA – E por que não praticam? De que maneira não praticam? Ou se praticam, onde estão? Porque eu, com 21 aNos de Guarda Municipal, nunca os vi. Atuei muitos anos no controle urbano. Muitos anos. E nós precisamos hoje colocar isso às claras. Lembrando, lembrando e sendo bem taxativo, absolutamente nada contra esses servidores, eu acho até que deveriam ganhar mais do que ganham, deveriam ser muito mais prestigiados e deveriam ter extrema atenção do governo municipal, mas eu acho que cada um no seu quadrado. A guarda no seu quadrado, os agentes de inspeção também no quadrado deles. E eles se estão sendo ou não desviados de função, nós precisamos conversar com as pessoas que são seus superiores, porque são eles que determinam as funções dos servidores públicos do município. Obrigado, Presidente. 


PORQUE A DIFICULDADE DE COBRAR QUE SE CUMPRA A DECISÃO DO STF, QUANDO ELA DIZ QUE DE FORMA CLARA, QUE A GUARDA MUNICIPAL NÃO EXISTE NA CONDIÇÃO EM QUE SE ENCONTRA, E COMETENDO ATOS DE IMPROBIDADE DIA APÓS DIAS?


A SRA. ROSA FERNANDES – Senhor Presidente, queria fazer referência a uma fala – já tive até oportunidade de conversar com o Vereador Jones Moura – sobre alguns questionamentos que ele fez em relação à Guarda Municipal e o Grupo de Controle Urbano da Cidade do Rio de Janeiro. Recebi uma mensagem que gostaria de ler, e já conversei com o vereador para que possamos nos reunir com esses dois segmentos e entrarmos num esclarecimento, e a Casa, de alguma forma, tentar apoiar aquilo que não está ajustado ou que ainda não está bem direcionado. Entendi que a fala do vereador foi uma fala de preocupação, no sentido de colocar os dois segmentos cumprindo exatamente o seu papel, mas vou pedir para fazer algumas observações apontadas pelo segmento do Controle Urbano.

O concurso de Controle Urbano foi realizado no período do Prefeito Cesar Maia e não no período do Prefeito Eduardo Paes. Foram 300 vagas e não 500, como citado. Por conta das condições de trabalho e salário, logo nos primeiros anos houve uma evasão de cerca de 120 agentes. Hoje, a Coordenadoria de Gestão do Espaço Urbano conta com 119 agentes, e não 500. Por falta de mão de obra administrativa, toda atividade meio é feita, também pelos agentes, e é uma crítica que o Vereador Jones Moura faz, e correta, porque foram criados para uma atividade fim e ficam com uma grande parte desses profissionais fazendo toda uma parte administrativa. 

Este ano foi de baixa incidência de arrastões, porque, graças a Deus, choveu praticamente todos os dias e finais de semana. Além disso, a polícia fez blitz nos ônibus, o que deu uma redução significativa. Falo isso em relação à fala que o Vereador Jones Moura fez, dizendo que houve um aumento significativo. Então, estão fazendo uma análise da fala do Vereador e gostariam que isso estivesse registrado aqui.
O agente de inspeção de controle urbano não recebe adicional de risco e não é atribuição fazendária o uso de força ou defesa pessoal. Sua única arma é a caneta. O ambulante legal é assim uma questão de segurança pública, visto que, muitas vezes, há uso de violência contra a fiscalização. É frequente o comércio ambulante irregular de produtos roubados, furtados, descaminhados ou contrafeitos e são administrados por grupos, muitas vezes, perigosos. 
A Guarda Municipal nunca foi e não está sendo desviada para atividades de fiscalização e, sim, sinalizada a cumprir suas funções. E, por aí vai, fazendo toda uma análise da função do controle urbano aonde tem que atuar e a forma como tem que atuar para que não haja essa confusão, esse conflito de informações. 
Por conta disso, acho que algumas definições precisam estar claras. Definir o papel da guarda. Definir que ambulante é esse que estamos nos referindo. Eu não tenho essa imagem. Tenho a imagem do ambulante que precisa trabalhar; está ali porque trabalha de dia para sustentar sua família para, muitas vezes, comer à noite. Ele depende disso, até porque não tem o trabalho formal para estar ocupando. Por isso está indo para o trabalho informal. 
Então, acho que existem distorções de avaliações, seja em relação à guarda, seja em relação ao controle urbano. Estou propondo aqui ao Vereador Jones Moura, como também ao Vereador Reimont, que entende do tema e tem a sensibilidade de lidar com esses segmentos, para que possamos fazer uma reunião, não formal, mas que possamos ajustar o entendimento. E nos colocar à disposição para ajudar o Executivo a dar rumo a cada um desses segmentos que, muitas vezes, estão embolados nas suas funções, porque recebem ordens, têm que cumprir um comando, mas que precisa estar bem definido o papel de cada um. 
Então, quero deixar registrado aqui esse apelo ao Vereador Jones Moura e ao Vereador Reimont para que possamos, então, realizar essa reunião para ajustar esses papéis. 
Muito obrigada.





A POLITICA É ASSIM....

O SR. MARCELO SICILIANO – Então se tem duas assinaturas em branco, no mínimo deveria ter um respeito com as pessoas que não assinaram e não compactuaram com a carta, de serem poupadas dessa vergonha. Não estou nem falando da assinatura falsificada. Estou falando com relação a isso.
Com relação a projeto, à emenda que fui obrigado a aprovar, todos sabem que a votação do IPTU foi em blocos, ou seja, as emendas em blocos. Aí, não sei por que motivo, as emendas nas quais o Governo sugeria o voto NÃO, colocaram uma emenda de minha autoria, que eu não abria mão de que fosse votada SIM.

Todos nós sabemos aqui na Casa, e que fique claro para o público, que a gente vota, a gente aprova a emenda e cabe ao prefeito sancionar ou não. Como a minha emenda, que estava nesse bloco no qual a emenda do Vereador Carlo Caiado, dos hotéis, estava junto, eu me senti obrigado, para poupar a minha emenda do Atualiza Rio, que todo mundo sabe que é uma discussão minha de mais de seis meses, eu votei SIM, tendo a certeza de que o prefeito não vai sancionar a emenda dele e vai sancionar a minha. Então, eu tive que fazer esse esforço para poder poupar a minha emenda, que eu sei que é de comum acordo com todos os vereadores, vai trazer um benefício justo à população, e não a um grupo específico. Infelizmente, eu tive que votar SIM por conta disso.
Usaram o meu prestígio, e da minha emenda, para colocar uma emenda que realmente é complicada.
Eu queria também entender por que não teve nenhuma emenda obrigando, pura e simplesmente, a Zona Sul. Todos falam de quem não votou a favor do IPTU. Isso significa que quem votou contra o IPTU vota a favor de isenção de 55 mil imóveis da Zona Sul, imóveis com preço médio de R$ 700 mil, R$ 800 mil? Falou-se tanto em baixa renda aqui, e esses imóveis milionários que, por conta da falta de atualização da Planta de Valores da Prefeitura, deixaram de ser cobrados. Por que não teve uma emenda de quem não concordava com determinado bairro a ser reajustado fez uma emenda específica “Olha, essa aqui eu concordo. Quero que a Zona Sul, os imóveis que eram isentos, com preço médio de R$ 700 mil paguem”? Não teve isso, e sim uma emenda para A, uma emenda para B.
Então, sinceramente, é motivo de vergonha.
Obrigado, Presidente.



Discurso - Vereador Marcello Siciliano -
    Show details for Informações BásicasInformações Básicas
Texto do Discurso
O SR. MARCELLO SICILIANO – Boa tarde, Senhor Presidente, vereadoras e vereadores. Gostaria só de fazer uma colocação complementando a fala do Vereador Carlo Caiado agora há pouco. Ele falou que foi encaminhada uma carta de repúdio à exoneração do ex-administrador da Barra. Tenho aqui em minhas mãos um WhatsApp que deixa bem claro que o Senhor William Nogueira, Presidente da Câmara Comunitária do Recreio dos Bandeirantes, Vargens e Adjacências, não assinou e teve a sua assinatura falsificada. O senhor Ricardo Magalhães, da ABM, está em Miami, nos Estados Unidos. Então, queria entender como ele conseguiu assinar essa carta? De repente incorporou um Chico Xavier aqui no Brasil e assinou essa carta por ele. O seu Delair também não concorda, não assinou e não compactuou com isso.
Então, gostaria, já que ele teve essa atitude de vir aqui, um ato de coragem, e de ler 10 pessoas que se colocaram à disposição contra um ex-assessor dele ser exonerado. Diz que não foi indicação dele, mas é um ex-assessor seu.

O SR. PRESIDENTE (CLÁUDIO CASTRO) – Vereador, peça pela ordem, por favor.

O SR. MARCELLO SICILIANO – Já vou complementar. Gostaria, então, que ele pedisse uma nova carta, de verdade, com todas as pessoas dessas associações. Inclusive, o Senhor Alfredo Lopes dos hotéis e que o Vereador Carlo Caiado apresentou uma emenda aqui, que diz tanto pensar nos moradores da região e lutar pelos hotéis, dando isenção, não entendo por que...

O SR. PRESIDENTE (CLÁUDIO CASTRO) – Vereador, infelizmente vou ter que o interromper.

O SR. MARCELLO SICILIANO – Tudo bem. Eu falo pela ordem.


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

LEIAM ATÉ O FINAL DA POSTAGEM E DEPOIS DIGAM O QUE ACHARAM. PARECE QUE VIROU MODA NAS PREFEITURAS! É SÓ DIZER QUE NAO HÁ DINHEIRO, MAS TINHA PARA BANCAR O CARNAVAL.....E OS SERVIDORES CONTINUAM DESFILANDO DE PALHAÇOS.....É ISSO? E O MP NÃO SE MANIFESTA? DENÚNCIAS DE IRREGULARIDADES NA PREFEITURA JÁ FORAM FEITAS E ATÉ AGORA NADA?

QUARTA, 13/09/2017, 10:43

Prefeitura do Rio não tem dinheiro para pagar adiantamento do 13º

Fonte na Controladoria-Geral do Município confirmou que não há prazo para pagar a primeira parcela e a segunda ficará para fevereiro de 2018, dependendo do aumento da arrecadação com a revisão do IPTU. Receitas em geral da prefeitura com tributos caíram 8,9% em relação ao ano passado. E o município já tentou tudo o que podia.


Prefeito Marcelo Crivella está começando a enfrentar um acirramento da crise financeira na prefeitura do Rio
Crédito: Monica Imbuzeiro / Agência O Globo

A prefeitura do Rio não tem dinheiro para pagar o 13º salário dos servidores ativos, inativos, aposentados e pensionistas do município. A informação foi passada a Andrea Gouvêa Vieira por uma fonte na Controladoria-Geral do Município. Não há sequer prazo para depositar a primeira parcela. A segunda, por sua vez, ficará para fevereiro de 2018, dependendo ainda do aumento na arrecadação do IPTU, após a revisão das taxas.
Ontem, a secretaria de Fazenda apresentou na Câmara o resultado do primeiro quadrimestre do ano e confirmou a queda de 20,4% na arrecadação de impostos. Situação real do caixa da prefeitura é muito grave. Receitas caíram em geral 8,9% em relação ao que era previsto. Até setembro, arrecadação real está em R$ 16,1 bilhões, diante de uma previsão de R$ 29,5 bilhões feita para todo o ano de 2017. Ou seja, a prefeitura não vai conseguir chegar à meta.
E o município já tentou tudo o que podia para reverter a situação. Ofereceu vantagens para regularização de tributos atrasados, antecipou a venda da folha de pagamento... Mas ao mesmo tempo, desembolsou R$ 360 milhões pelo prédio do Centro de Convenções SulAmérica, que pertencia ao FunPrevi.
E até o fim do ano, o prefeito Marcelo Crivella quer enviar um projeto para reformar a Previdência dos servidores municipais. No entanto, aprovação será extremamente difícil, já que a Câmara já se indispôs com a população aumentando o IPTU.

E AINDA TIVEMOS QUE ENGOLIR MAIS ESSA......

COM DINHEIRO NÃO SE BRINCA......ONDE ESTÁ O RETORNO DESSA VERBAS EM BENEFICIO PARA OS SERVIDORES????



Liesa quer verba municipal, mas não informa receita



RIO - Apesar da polêmica desencadeada pela decisão do prefeito Marcelo Crivella de reduzir à metade a subvenção das agreniações para o carnaval de 2018, a Liga das Escolas de Samba (Liesa) — responsável pelos desfiles do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí — não revela quais são seus gastos com o espetáculo. A entidade, que também se recusa a divulgar seu lucro com a festa, só informa que, este ano, foram repassados R$ 52,8 milhões (recursos oriundos da venda de camarotes, ingressos, direitos de transmissão e discos) às 12 escolas filiadas à ela.
Cada escola, segundo a Liesa, recebeu R$ 4,5 milhões. Além disso, a Riotur repassou R$ 2 milhões da ajuda financeira da prefeitura diretamente às agremiações. No entanto, a liga não informou qual foi a receita total com o carnaval deste ano, sob a alegação de que é uma empresa privada. Como não está sujeita a qualquer tipo de controle, a Liesa só precisa informar seus dados financeiros à Receita Federal.
A forma de destinação do dinheiro público ao carnaval mudou em 2010. Antes, a Liesa recebia o repasse da prefeitura e o distribuía para as escolas de samba, ficando com 5% do total da subvenção, a título de taxa de administração. Naquele ano, essa taxa foi de R$ 475 mil. Com o desconto, cada escola recebeu R$ 752 mil. O sistema foi alterado a pedido do Ministério Público estadual, e, desde então, a verba não passa mais pela Liesa. As escolas recebem o valor integral do subsídio, sem descontos.
CINCO AGREMIAÇÕES TÊM PENDÊNCIAS
Enquanto a Liga não precisa comprovar seus gastos, as escolas têm até o dia 30 de junho de cada ano para entregar um relatório à Riotur sobre as despesas feitas com a verba municipal. As grandes agremiações chegam a gastar R$ 8 milhões em suas apresentações na Marquês de Sapucaí. Parte do dinheiro sai de patrocinadores, festas nas quadras e venda de fantasias.
No entanto, a prestação de contas relativas à subvenção do município ainda tem pendências. Das 12 escolas do Grupo Especial, cinco ainda precisam explicar algumas despesas por meio de apresentação de notas fiscais. São elas: Mocidade Independente (R$ 70,6 mil), União da Ilha (R$ 30 mil), Unidos da Tijuca (R$ 48,3 mil), Unidos de Vila Isabel (R$ 114,08) e Paraíso do Tuiuti (R$ 120 mil).
O GLOBO teve acesso a algumas prestações de contas. Em geral, a subvenção de R$ 2 milhões é gasta de forma fracionada, em pagamentos de encomendas feitas a dezenas de fornecedores. A checagem, na maioria das vezes, se restringe à análise das notas fiscais eletrônicas. Uma exceção foi a Beija-Flor de Nilópolis, que gastou mais de R$ 1 milhão em um único estabelecimento no Centro, onde comprou cerca de R$ 400 mil em franjas e penas de cegonha e faisão.
Como não há regras para orientar as despesas, a Vila Isabel, por exemplo, usou R$ 14,3 mil para comprar a roupa do Rei Momo. Os candidatos ao título normalmente arcam com a despesa da fantasia para disputar concursos promovidos pela Riotur, e o vencedor ganha um cachê. Apesar de a despesa não estar relacionada ao desfile do Grupo Especial, a compra foi considerada legal porque a finalidade era promover o carnaval. Além disso, as escolas declaram compras de tecidos e acessórios e gastos com a infraestrutura dos carros alegóricos. A Imperatriz Leopoldinense pagou R$ 214 mil em equipamentos hidráulicos e R$ R$ 79 mil em instrumentos, como surdos e repiques. A escola de Ramos também adquiriu cerca de R$ 60 mil em tintas e outros materiais de pintura. A Unidos da Tijuca comprou 2.100 pares de sapatos, ao custo total de R$ 85 mil, no Escondidinho do XV Bar e Restaurante Ltda., aberto em 2009 em Belford Roxo. Para a Receita Federal, a atividade principal da empresa é o ramo de restaurantes e lanchonetes, mas ela também está apta à confecção de calçados de couro e de material sintético.
ACESSO TAMBÉM RECEBE RECURSOS
Agremiações que não fazem parte do Grupo Especial alegam que dependem dos repasses da prefeitura para desfilar. A Lierj, que cuida do Grupo de Acesso, recebeu R$ 12,9 milhões este ano. Já a Associação das Escolas de Samba Mirins recebeu R$ 1,3 milhão nos carnavais de 2016 e 2017. Para o economista Gilberto Braga, professor do Ibmec, ao cortar verbas para a festa, a prefeitura “dá um tiro no pé”:
— Ninguém é contra aumentar a dotação das verbas para as 16.000 crianças das creches municipais. Mas é preciso tomar cuidado para não se criar um falso dilema: carnaval versus creches. Esvaziar a festa é tirar ainda mais recursos do Rio. A cidade, que é porta de entrada do turismo no país, tem na festa popular a sua principal atração de visitantes. Além disso, o corte é linear, e atinge não apenas as escolas de samba do Grupo Especial, mas também as demais, como as que desfilam na Avenida Intendente Magalhães e até as 16 escolas mirins, que alcançam 25 mil crianças com boas notas e frequência escolar.
E O INTERESSANTE É QUE QUANDO TERMINAM OS DESFILES, A COMLURB TEM TRABALHO EM RECOLHER AS VARIAS FANTASIAS DAS ESCOLAS DE SAMBA, QUE SÃO JOGADAS PELAS RUAS COMO LIXO......LIXO CARO ESSE!
PERGUNTA: MAIS DE 166 MIL FUNCIONARIOS E NINGUÉM SE MANIFESTA?
VAI VENDO......

valor de R$ 1 milhão de subvenção a cada agremiação para o desfile de 2018. Segundo a nota, o prefeito prometeu na reunião, que, ao contrário dos anos anteriores, fará o pagamento de forma antecipada, até o fim do ano. PORQUE NÃO PODE ANTECIPAR O 13º - QUAL A VERDADE POR TRAS DISSO TUDO?? ELE VÊ - MARCELO CRIVELLA -



realmente Deus vê tudo o que se faz aqui.

OBSERVEM BEM AS DATAS DAS POSTAGENS NO TWITTER


E AGORA, ESSA NOTICIA! COM MENOS DE UM MÊS;DE QUANDO SERIA UMA DATA DE PROVÁVEL PAGAMENTO DA 1ª PARCELA DO 13º.

E APÓS ANOS E ANOS, A JUSTIFICATIVA!


ELE É CUMPRIDOR DE LEIS? É ISSO MESMO?
PERGUNTA: QUAL A VERDADE POR TRÁS DISSO TUDO?
PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS....É ISSO?
CREDIBILIDADE NAS PALAVRAS NÃO TEM?




Após reunião com Crivella, Liesa diz que prefeitura avalia novo percentual de corte de recursos para carnaval


E COMO FICA O PLANEJAMENTO DOS SERVIDORES?????


O presidente da Liga, Jorge Castanheira (de paletó azul marinho, ao centro) e diretores das escolas de samba do Grupo Especial, conversam no estacionamento da prefeitura após a reunião com Crivella
O presidente da Liga, Jorge Castanheira (de paletó azul marinho, ao centro) e diretores das escolas de samba do Grupo Especial, conversam no estacionamento da prefeitura após a reunião com Crivella Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Gustavo Goulart - O Globo
Tamanho do textoA A A
RIO - O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Castanheira, disse que o prefeito Marcelo Crivella vai estudar com sua equipe um novo percentual de redução da subvenção dada às escolas de samba para que o carnaval de 2018 não seja tão prejudicado. O prefeito se reuniu com os presidentes das escolas de samba do Grupo Especial na manhã desta quarta-feira.
O carnaval de 2018 está garantido. Foi um encontro cordial em que o prefeito e sua equipe se mostraram abertos. Eles falaram e cada um dos presidentes também puderam falar sobre o drama que cada um de nós está passando, no Brasil inteiro, a gente sabe disso. Dentro desse diálogo, dessa cordialidade, nós combinamos na próxima segunda-feira uma nova reunião. Trouxemos nossas reivindicações para a prefeitura e a sua equipe em razão de o carnaval já ter iniciado para a gente, e as escolas já terem contratado todas as suas equipes. Em razão disso, ele está avaliando junto com a Riotur qual modelo poderia ser sugerido para que o carnaval não deixasse de ter o mesmo impacto positivo para a cidade do Rio de Janeiro, o mesmo brilho e a mesma qualidade — contou Jorge Castanheira.
O presidente da Liesa disse que chegou a mostrar a Crivella um decreto da prefeitura do início do ano fixando uma meta de redução global de gastos de 25% como forma de economizar. Na época, o decreto determinou que os secretários e dirigentes da administração indireta deveriam avaliar a necessidade de manutenção de contratos e convênios, devido à necessidade de cortar gastos na prefeitura.
Castanheira disse ainda que ficou acertado que o corte de 50% na subvenção deverá ser reavaliado.
- O prefeito foi muito receptivo, muito atencioso com todos. O corte geral da prefeitura, de todos os contratos, foi de 25%. Nós citamos esse exemplo para que pudesse chegar a um denominador que não atingisse de forma tão forte o carnaval e ele ficou de analisar junto com sua equipe e de nos dar uma resposta na próxima segunda-feira. Esperamos uma reavaliação no percentual de corte e uma reavliação do modelo que a gente precisa para não deixar perder o brilho e a qualidade do espetáculo. O prefeito se mostrou sensível - comentou.
Em nota divulgada pela assessoria de imprensa da prefeitura, no entanto, há a ratificação do valor de R$ 1 milhão de subvenção a cada agremiação para o desfile de 2018. Segundo a nota, o prefeito prometeu na reunião, que, ao contrário dos anos anteriores, fará o pagamento de forma antecipada, até o fim do ano. O prefeito também disse que vai se empenhar ao máximo para conseguir mais verbas com a iniciativa privada.
Vou lutar muito para conseguir os recursos para o carnaval. Hoje, demos o primeiro passo para um acordo. Fundamos o bloco ‘É conversando que a gente se entende’. Além do Marcelo Alves (presidente da Riotur), estão comigo para ajudar vocês pessoas como o Boni, Roberto Medina e Ricardo Amaral, todos interessados em encontrar uma solução — disse Crivella, que marcou uma nova reunião com a Liesa para a próxima segunda-feira.
Em outro evento, horas depois, na formatura da primeira turma do projeto Resgate, para inclusão de moradores de rua no mercado de trabalho, o prefeito disse que nada será anunciado antes da reunião da próxima semana. Ele ressaltou, no entanto, que "vai ter carnaval":
— Todos os presidentes expuseram suas dificuldades. Chegamos a uma conclusão que teremos uma reunião na semana que vem. Discutimos alguns projetos, mas não vamos anunciar nada enquanto não tiver uma conclusão. O importante é o seguinte: vai ter carnaval. É uma atividade importante para o Rio de Janeiro, há muita gente envolvida nesse trabalho, é tradicional. E claro, vocês sabem, há uma crise tremenda no Rio de Janeiro, e eu não posso comprometer recursos públicos, mas, se Deus quiser, vamos encontrar caminhos para resolver os problemas - afirmou o prefeito, acrescentando que não foram discutidos valores na reunião.
Segundo Castanheira, outra ideia comentada na reunião é que, no futuro, as escolas possam ter também financiamento privado. Já está acertado que o preço dos ingressos será o mesmo deste ano. Segundo Jorge Castanheira, o prefeito não voltou atrás. Simplesmente abriu um canal para diálogo.
— Não significa dizer com isso que ele (o prefeito) voltou atrás. Trata-se da primeira reunião que nós tivemos em conjunto com todas as escolas que estava sendo pedida e ele nos atendeu prontamente. Posso dizer que o carnaval sai satisfeito dessa reunião primeiro por ter sido atendido pelo prefeito com toda gentileza, com toda atenção com toda sua equipe. O que acontece é que fomos pegos de surpresa no mês de junho, quando as escolas estão com todos os seus orçamentos definidos. Fazer um corte de 50% poderia enviabilizar o espetáculo — disse o presidente da Liesa.
Na reunião, o prefeito lembrou que assumiu o compromisso de melhorar as condições do Sambódromo, como a substituição da iluminação para lâmpadas de led, a instalação de telões e reparos estruturais. Só com a reforma dos 36 banheiros coletivos e dos assentos das arquibancadas, por exemplo, o gasto da Prefeitura será de R$ 1,1 milhão, de acordo com o orçamento feito pela Riourbe, após vistoria realizada há 15 dias.
No carnaval deste ano, a Prefeitura teve um gasto de R$ 19 milhões com toda a operação, além do pagamento de subvenção às escolas.
Participaram do encontro representantes das 13 escolas de samba do grupo Especial: o presidente da Unidos da Tijuca, Fernando Horta , o presidente da Imperatriz Leopoldinense, Luizinho Drummond, da União da Ilha, Ney Filardis; da Portela, Luiz Carlos Magalhães; o vice-presidente da Mocidade, Rodrigo Pacheco; o presidente da São Clemente, Renato Almeida Gomes; da Paraíso do Tuiuti, Renato Thor; do Salgueiro, Regina Celi; a vice da Império Serrano, Vera Lúcia Correa; o vice da Vila Isabel, Fernando Fernandes; o presidente da Mangueira, Chiquinho da Mangueira; Ricardo Abrãao; e o presidente da Grande Rio, Milton Perácio.
A secretária Municipal de Fazenda, Maria Eduarda Gouvêa Berto, apresentou aos presidentes das escolas o desafio fiscal da atual gestão, que tem um déficit no orçamento de R$ 3,8 bilhões e a queda no nível de emprego no município. Logo em seguida, o presidente da Riotur, Marcelo Alves, exaltou o potencial comercial do carnaval e disse que tem três projetos para apresentar à Liesa. Ele o comparou com o Rock in Rio, que fatura cerca de R$ 250 milhões e tem um lucro de R$ 100 milhões:
— O desfile das escolas de samba precisa se atualizar num grande projeto de marketing. As grandes marcas querem estar no carnaval. A festa na Sapucaí tem 10 vezes mais potencial de faturamento que o Rock in Rio. Temos que buscar juntos uma solução.
Também participaram da reunião com a Liesa o presidente da Riotur, Marcelo Alves, o procurador geral do município, Maurício Martinez Toledo dos Santos, e a controladora geral do município, Márcia Andréa dos Santos Peres.
COMO FALTA DINHEIRO PARA OS SERVIDORES? TEM CONTAS A MAIS NA PREFEITURA.....MP, PF? CADÊ VOCÊS? ESTÃO ACOMPANHANDO ISSO?????

QUARTA-FEIRA, 21 DE JUNHO DE 2017


ALGUÉM PODE ME EXPLICAR ISSO? LISTAGEM DO SITE RIO TRANSPARENTE DE 2017 DE BENEFICIARIOS, E AINDA ESTÃO DISCUTINDO REPASSES DE VERBAS PARA ESCOLAS DE SAMBA.....E COMO JUSTIFICAR A NECESSIDADE DE TANTAS ASSOCIAÇÕES BENEFICIADAS ATRAVÉS DE RECURSOS FINANCEIROS DA PREFEITURA, SEM RETORNO AOS COFRES PÚBLICOS?


para saber é só clicar no nome de cada um que irá acessar o Riotransparente.
2711335000143
10932906000106
30114011000163
367651000114
40300154000113
14830349000165
2496437000193
28126597000134
68567205000197
30316277000199
29505393000177
42211961000195
1599419000174
34080986000179
2196013000103
19737108000190
5977454000130
5970767000167
33075722000164
43567809000102
4839245000168
34130898000134
51916153000114
7056626000169
45339405000197
30126122000190
30251847000100
1289137000170
40206054000122
716414000111
29280070000122
31114036000120
29210739000100
28937506000140
2779743000137
4334665000192
1352484000109
30029011000165
29237617000107
27797166000137
5027526000189
10479835000120
30716187000195
31314966000127
29745098000198
4208838000126
4227060000100
29514312000103
29365053000198
1901319000150
29240041000137
28932838000132
28682342000158
29240421000171
5515800000169
9433382000111
5258833000170
31417363000150
31660004000120
68789585000104
31316326000156
266209000100
7148328000107
700715000157
2565252000193
10747292000184
28521888000127
33734922000181
31248750000100
10941423000160
655522000121
13540346000124
15637680000126
68619238000133
33861865000100
9108669000176
7148342000100
33518051000169
62500855000139
40247942000193
32268617000189
3360608000115
17366932000155
305897000161
32093999000157
34230201000105
34114470000106
2390874000128
42153791000130
7786595000100
6170543000133
47468376000199
93018141000112
4661919000187
29184009000181
13248184000155
13971668000209
28635522000189
31104532000100
30317366000150
30484240000170
28634202000104
30871370000165
7925054000107
30484042000106
30717177000174
39131818000189
8777438000192
28988012000195
1492796000100
89407050000100
5850175000101
8995880000195
58484000120
26989335000178
678321000140
7131962000129
1484777000131
11649033000183
8668870000145
34185306000181
61825675000245
18670875000166
7353416000132
9300611000120
61825675000164
5010659000142
33833898000138
111786000114
34045021000145
92873413000441
31601446000103
33591793000209
4670346000158
47673793000416
47673793009715
2672248000124
7465360000108
9381181000118
4065309000110
10767494000198
3189760001159
9575512000150
33456476000190
33456476000786
17211202000690
6279076000184
53221255004561
3573846000109
61988531001281
5284121000126
5791879000150
29549177000123
2366307000136
40265613000175
72224793000133
7258863000102
72387376000101
3604923000140
3999285000104
11804138000160
1654138000177
2869624000175
11571756000107
30018410000120
42595652000166
435602000171
54284583000159
9381837000100
20057071000138
13511341000173
28678456000124
8673083000191
34050807000150
31241029000199
74032871000719
20090065
12661184000209
8069542000122
12397200000109
1679152000125
43337682000135
61699567000192
14954939000108
3243378000104
6893183000106
28638625000100
33633629000128
9391693000165
1219967000121
31157936000154
32092298000101
2016529000129
8188482000167
11301349000180
8934089000175
1969670000183
9654350000146
643485000131
4440028000109
60742855000462
2589655000172
5382869000161
91109488000145
33952136000150
92874775000708
5953091000101
701121000160
3552757000186
5971682000101
3653432000190
53255451000136
11187606000102
33727009000158
6555811000135
7919511000150
29261427000125
16741480000181
6101538000179
30477434000148
1435491000166
32699803000172
33637117000130
5599482000161
31415680000138
72362692000129
31162365000146
30486245000131
31660046000160
30486450000105
4285866000147
29280047000138
1706566000104
29235900000108
29240918000190
68777309000126
32244444000169
5919760000110
5165612000158
68605351000160
40352023000180
31417702000107
6369817000118
31420771000161
5662620000100
29365343000131
39108469000184
5481246000146
2004021
28663722000145
42317149000149
57349276000105
33673294000171
90221151000162